A implantação padrão do DocCode foi desenhada pra consultório solo. Mas nem toda clínica cabe no padrão. Quando o escopo extrapola um médico, um conhecimento, uma rotina — é aqui que a conversa começa.
Se qualquer uma dessas descrições bate com a sua operação, o pacote padrão (R$ 9.997) fica curto. A partir de dois desses sinais, é conversa de orçamento dedicado.
Cada um com seu tom, protocolos, valores e convênios. O bot precisa saber com quem está falando antes de responder.
Seguro, plano próprio, rede de parceiros, produto financeiro embutido. Dados cruzados entre mais de uma entidade.
Prontuário eletrônico, gestão de leitos, sistema de convênio, faturamento hospitalar. Precisa ler ou escrever em plataforma existente.
Uma cirurgia não pode ter sinistro aberto sem apólice ativa. Um paciente não pode ter segunda via antes da consulta. Regras que atravessam DBs.
Secretária do médico, gerente financeiro, parceiro comercial, auditor de convênio — cada um com visão própria da mesma operação.
Duas clínicas, três, cinco. Não dá pra replicar 2 semanas por unidade — precisa de arquitetura que escala sem duplicar trabalho artesanal.
O DocCode padrão foi feito pra ser montado em 2 semanas, com escopo previsível. Custom é outra conversa desde o diagnóstico.
As faixas abaixo ancoram a conversa. O número final depende de volume, integrações, quantidade de stakeholders e profundidade da customização — fechado após o diagnóstico de 60 minutos.
Clínica com mais de um profissional, agenda compartilhada, especialidades diferentes e convênios misturados. O bot precisa filtrar por médico, tom por especialidade e regra por convênio.
Quando a operação envolve produto financeiro, integração hospitalar, cross-check entre DBs ou mais de uma unidade. É o tier da Franco Patrimonial — automação de empresa inteira, não de consultório.
Ambos os tiers incluem posse total dos dados pelo cliente, mesma filosofia artesanal do pacote padrão (uma cabeça conduzindo) e acesso direto sem fila de ticket.
A Franco Patrimonial opera há mais de um ano com a mesma arquitetura que serve de base pro Tier 3. Não é mock, não é demo — é a operação rodando em produção hoje, com clientes reais.
A operação: seguro cirúrgico vendido por corretora a médicos e pacientes. O agente atende dúvidas de cliente e equipe médica no WhatsApp, cruza informação entre apólices e cirurgias agendadas, aciona a equipe interna quando detecta inconsistência, gera relatório executivo semanal e opera dentro de um princípio clínico inviolável.
O que isso resolveu: um time pequeno passou a operar uma carteira ativa sem precisar contratar. Acionamento de Orizonti, fluxo de documentos entre hospital e família, cobrança, pagamento — tudo absorvido pelo agente antes de virar tarefa humana.
Uma conversa de 60 minutos pra entender o que a sua clínica faz, quais integrações precisa e qual a complexidade real. Você sai com arquitetura proposta, cronograma e orçamento fechado.
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